Chegou o mês de Junho e com ele toda a animação das festas Juninas!!!!! O "velho" forró, as "quadrilhas", os fogos juninos, as comidas tipicas a base de milho e toda a animação do povo Nordestino. Aqui em Marechal , mais do que em muitos municípios alagoanos os "festejos" são ou eram pra lá de "arretado",erá festa no Taperaguá, na Poeira, nas Pedras e tome festas em todo o nosso município. Hoje, para meu espanto e de muitos Deodorenses quase não existe festa, o que nos temos é uma programação "acanhada", muito longe do que nos acostumaram a vivenciar. Estamos habituados a Elba Ramalho, Garota Safada, Jorge de Altinho e o famoso e tradicional "Concurso de Quadrilhas" que acontece todos os anos no bairro de Taperaguá. Tudo sumiu como por "encanto" e não exite uma justificativa plausível para tudo o que está acontecendo nesse período junino.
O setor de cultura ou de Turismo poderiam ter planejado um plano"B" e colocado na "mídia" para que toda a população tomasse conhecimento,evitaria esse espanto e decepção que nos ficamos em saber que não teremos "atrações" a altura do "Sem João " de Marechal Deodoro".
Mais o que mais chama á atenção é a "retirada" de forma estranha do "Concurso de Quadrilhas" do nosso município, as apresentações lá no Taperaguá a cada ano vinha se tornando mais "profissional", eu até imaginei que esse ano seriá "top" ,que teríamos muitas novidades pois o espetáculo é "belíssimo" e encanta a quem assiste!!!!.
Estou muito decepcionado com tudo que está acontecendo, vou ter que ir a outro município assistir o que assistia por aqui, espero que no ano que vem o "pessoal encarregado" por essas atrações juninas se programem e tornem o nosso São João comentado em todo o estado como um dos melhores do Nordeste e que eu possa dizer para todos que em Marechal vamos ter um São João com João!!!!!
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Duas Árvores e um Destino......
Nesse dia, 06/06/2013, uma quinta-feira, um dia após o Dia Mundial do Meio Ambiente, em indo visitar minha mãe, no apartamento que ela reside na Pajuçara, lá pelas bandas da rua Jangadeiros Alagoanos, que fica próxima a avenida principal da "orla" de Pajuçara, tive a curiosidade de observar o ambiente em volta do prédio e mim deparei com duas arvores frondosas que estão no terreno vizinho ao edifício. As duas arvores estão plantadas bem próximas uma da outra. Uma delas é uma goiabeira que produziu a bem pouco tempo uma "carga " imensa e teve as suas galhas podadas ou pior, "mutiladas" e está bem debilitada. A outra arvore é um Sapotizeiro no auge da sua imponência, encontra-se super carregado e passando um visual belo que é o contraste do verde escuro de suas folhas com o marrom estonteante dos seus frutos, nos mais variados tamanhos. As duas arvores estão plantadas no "quintal" de onde antes existia uma casa, que já foi destruída e os seus entulhos já foram retirados, restando só o terreno e as duas plantas que serão arrancadas para dar lugar á mais um suntuoso edifício,repleto de apartamentos com vista para o mar. No terreno vizinho á esse que descrevi , mais uma residencia foi derrubada, o local está vazio, onde mais um prédio será construído.
Paralelo a avenida principal da Pajuçara existem duas ou três ruas que estão repletas de edifícios e quase não existe mais casas com jardim e quintal , é o "concreto" em nome do progresso, vencendo o que antes ere "verde". Ao relatar esses cenários urbanos , posso, do apartamento de minha mãe vislumbrar um prédio belíssimo, todo espelhado , cerâmicas de primeira linha , tudo do mais alto requinte em nome de uma arquitetura arrojada . Na sua cobertura observo "galhos" de plantas ornamentais , que tentam amenizar a presença do concreto e do cimento. Esses plantios em cobertura, quase nada representa para nos, o que queremos são arvores que sejam plantadas no solo e de forma planejada.
Sabemos que quase nada vai mudar o curso do progresso, aprendi desde cedo que quando existe o confronto entre o progresso e as questões ambientais o primeiro sempre sai vencendo. Imagino a quantidade de plantas que já "sumiram" dos bairros da Pajuçara, Ponta Verde, Jatiuca e Cruz das Almas, tudo em nome do desenvolvimento, sei também, que "jardins" e "quintais" são coisas do passado mas não me conformo em ficar no silêncio. Não aceito que plantas, como essas duas citadas, sejam "eliminadas" e todos achem que é normal.Dizem que não adianta questionar , pois tudo tem que ser assim. Não , não posso mim calar, pois se as plantas não falam,vamos falar por elas.
Paralelo a avenida principal da Pajuçara existem duas ou três ruas que estão repletas de edifícios e quase não existe mais casas com jardim e quintal , é o "concreto" em nome do progresso, vencendo o que antes ere "verde". Ao relatar esses cenários urbanos , posso, do apartamento de minha mãe vislumbrar um prédio belíssimo, todo espelhado , cerâmicas de primeira linha , tudo do mais alto requinte em nome de uma arquitetura arrojada . Na sua cobertura observo "galhos" de plantas ornamentais , que tentam amenizar a presença do concreto e do cimento. Esses plantios em cobertura, quase nada representa para nos, o que queremos são arvores que sejam plantadas no solo e de forma planejada.
Sabemos que quase nada vai mudar o curso do progresso, aprendi desde cedo que quando existe o confronto entre o progresso e as questões ambientais o primeiro sempre sai vencendo. Imagino a quantidade de plantas que já "sumiram" dos bairros da Pajuçara, Ponta Verde, Jatiuca e Cruz das Almas, tudo em nome do desenvolvimento, sei também, que "jardins" e "quintais" são coisas do passado mas não me conformo em ficar no silêncio. Não aceito que plantas, como essas duas citadas, sejam "eliminadas" e todos achem que é normal.Dizem que não adianta questionar , pois tudo tem que ser assim. Não , não posso mim calar, pois se as plantas não falam,vamos falar por elas.
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