Você que anda na rua,
não sabe pra onde vai,
vive solto e maltrapilho,
nunca teve mãe ou pai.
Arranja pra ele um lugar,
quanto mais distante melhor,
estou pouco ligando pra isso,
não tenho pena nem dó.
Entregue aos ventos da sorte,
não sabe onde irá parar,
uma cova rasa ou presídio,
Só o tempo é quem dirá.
A sociedade é omissa,
só gritos á incriminar,
esquecendo que o produto,
é nosso, não podemos negar.
Estenda a mão da bondade,
nesta luta desigual,
abre teu coração de amor,
não o trate como animal.
terça-feira, 31 de julho de 2012
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