O tema é atual, porém os desencontros já vêm lá das antigas. A Associação das Cocadeiras da Massagueira, funciona, participa de cursos e representa a classe, só falta a tal da "união" entre as pessoas que vivem da atividade de produzir cocadas, broas, suspiros e brasileira. Das cocadeiras da Associação que utilizam o canteiro central da entrada da Massagueira, algunhas desistiram de vender e as que ficaram, estão ali, pela falta de opção de trabalharem dentro da legalidade.A questão começa a esquentar, quando as cocadeiras que não pertencem a Associação vão para as margens da AL101-Sul e ficam vendendo os seus produtos em áreas que são proibidas pelo DER-AL. A comercialização nos "acostamentos" é maior, mas os perigos são constantes. Cabe a Associação tomar atitudes inteligentes para tentar enfrentar o problema. A principio sugerimos a colocação de duas barracas padronizadas e desmontáveis nas margens da rodovia, colocar faixas, distribuir panfletos divulgando o diferencial de se comprar produtos de qualidade da Associação. Tentar reativar a venda de produtos nos bares e restaurantes da Massagueira seria outra alternativa inteligente da Associação.
Fui informado de que a Prefeitura possui projeto para todas essas questões e quando colocado em pratica irá ajudar em muito as cocadeiras da Massagueira.
Não devemos esquecer que as "cocadas da Massagueira"é um produto altamente rentável e quando bem explorado brota em lucros para todos que fazem parte da cadeia produtiva.
Fico no aguardo de novas noticias e quando isso acontecer, terei o prazer de informar os nossos amigos. Bons lucros para todos que trabalham com essas "delicias" da nossa região.
quinta-feira, 28 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Renan e Eu & Eu e Renan
Esperei de forma proposital que a "poeira baixasse" e em assim sendo, expressar o meu ponto de vista politico sobre o Senador Alagoano Renan Calheiros. Não faz muito tempo que o Senador Alagoano Renan Calheiros recebeu uma série de acusações e com habilidade e muita serenidade conseguiu passar por um mar de aguas revoltas,onde poucos navegantes conseguiriam sobreviver. Foi muito explorado pela mídia, poucos saíram em seu socorro, mas soube esperar e com altíssima competencia conseguiu manter seu reduto politico e conquistou novos aliados que foram fundamentais para a sua ascenção politica no cenário nacional. Hoje , mais do que nunca o Senador Alagoano Renan Calheiros é o maior articulador politico desse país.
Aqueles que não simpatizam o Senador Alagoano Renan Calheiros, admitem que ele é inteligente,articulador, carismático e líder.Quando um politico brasileiro, vindo das bandas do Nordeste, chega ao nível que o Senador Alagoano Renan Calheiros chegou, ai começa a incomodar, causa inveja, e em muitos casos é odiado pelo fato de ser um Senador Alagoano, Nordestino.
Agora imagine, o Senador Alagoano Renan Calheiros em possuindo todas as qualidades acima citadas, ser o atual Presidente do Senado, aliado da Presidente Dilma e amigo de Luís Inácio Lula da Silva, tudo isso deve causar um "reboliço" nas cabeças dos políticos da oposição. Hoje o Senador Alagoano Renan Calheiros é o politico de maior destaque da base aliada do governo Dilma. Não fossem os acontecimentos de 2007, o Senador Alagoano Renan Calheiros seria o candidato natural do bloco aliado para as eleições de 2014.
O Senador Alagoano Renan Calheiros, não sabe quem eu sou, não me conhece, não temos nenhuma ligação politica, o que existe de comum entre nos é que somos filhos da mesma cidade, MURICI, temos famílias que possuem raízes na área rural, gostamos de futebol e provavelmente devemos ter amigos comuns.
Num passado, um pouco remoto, trabalhamos do mesmo lado, quando da sua campanha para governador do estado, mas ele não sabia quem eu era. Durante toda a sua trajetória politica nunca tive o prazer de conhecer-lo e olhe que não faltaram oportunidades.
Admiro o seu trabalho politico por Alagoas,gostaria muito que fosse governador do estado, sei que não é sua pretensão politica de momento, então, como Presidente do Senado , enalteça o nome do estado de Alagoas
Aqueles que não simpatizam o Senador Alagoano Renan Calheiros, admitem que ele é inteligente,articulador, carismático e líder.Quando um politico brasileiro, vindo das bandas do Nordeste, chega ao nível que o Senador Alagoano Renan Calheiros chegou, ai começa a incomodar, causa inveja, e em muitos casos é odiado pelo fato de ser um Senador Alagoano, Nordestino.
Agora imagine, o Senador Alagoano Renan Calheiros em possuindo todas as qualidades acima citadas, ser o atual Presidente do Senado, aliado da Presidente Dilma e amigo de Luís Inácio Lula da Silva, tudo isso deve causar um "reboliço" nas cabeças dos políticos da oposição. Hoje o Senador Alagoano Renan Calheiros é o politico de maior destaque da base aliada do governo Dilma. Não fossem os acontecimentos de 2007, o Senador Alagoano Renan Calheiros seria o candidato natural do bloco aliado para as eleições de 2014.
O Senador Alagoano Renan Calheiros, não sabe quem eu sou, não me conhece, não temos nenhuma ligação politica, o que existe de comum entre nos é que somos filhos da mesma cidade, MURICI, temos famílias que possuem raízes na área rural, gostamos de futebol e provavelmente devemos ter amigos comuns.
Num passado, um pouco remoto, trabalhamos do mesmo lado, quando da sua campanha para governador do estado, mas ele não sabia quem eu era. Durante toda a sua trajetória politica nunca tive o prazer de conhecer-lo e olhe que não faltaram oportunidades.
Admiro o seu trabalho politico por Alagoas,gostaria muito que fosse governador do estado, sei que não é sua pretensão politica de momento, então, como Presidente do Senado , enalteça o nome do estado de Alagoas
sábado, 23 de março de 2013
Marista de Maceio ou Maceio do Marista
Quando vem a doce lembrança dos momentos alegres que passamos juntos na nossa adolecencia já adormecida, só o sorriso na face de cada um pode expressar esse sentimento. Tenho certeza que em cada canto desse Brasil onde exista um Colégio Marista, lá estarão armazenadas as nossas recordações e nas nossas memorias os encontros e desencontros da nossa juventude.
A minha passagem pelo Marista de Maceió, foi marcada pela preparação para a vida, ensinamentos recebidos dos meus "mestres" , funcionários e alunos, em especial os da nossa turma de "Dezembro de 73" e pelos eventos esportivos e culturais que participei nos oito anos mais felizes da minha vida.
Vivenciei uma Maceió, onde praticamente todos conheciam todos, sou do do tempo das "Praças", Rayol, Rex, Maravilha,etc... Do Colégio Marista, Sacramento, Estadual, Guido, Moreira e Silva, Batista e Sagrada Família. Frequentei o "Trapiçhão" lotado pra CRB X CSA, mas também fui a jogos na Pajuçara do "Biano" e o Mutangue do "Pedro Doido " e do Coronel Nilo Floriano Peixoto. Não esqueço o São Luís, o Rex, Plaza ,Lux e Ideal, eram "luzes coloridas" que anunciavam o inicio do filme e as "trocas" de gibi. Saudades, saudades, da 4- 400 ou Lobrás, do famoso "Limpa Carro" do São Luís e do Bar do Choop, fechando com um delicioso sorvete do "Gut- Gut". Pulei muro de campo de futebol, tomei "raspadinho" de coco e maçã,chupei rolete, fiz e comi muito cachorro - quente, brinquei de cinema com caixa de papelão, rouba bandeira, futebol de botão, jogava em time de rua, joguei no Botafogo da Celso Piaty e no OK da praça Rayol, quantos jogos no campo de areia da Praia da Avenida e depois a água de coco na barraca do Breno.
É bem provável que eu esqueça muita coisa boa, e por falar em alegrias , volto ao Colégio Marista e ao nosso famoso time de Futebol de Salão, que tinha no gol Orlando ou Petrucio e Rostand,nas "alas" Robinho e Anísio, Louvaim de "central" e Peteto de "pivot", Neguinho,Edgar, Dijá Hélvio e Ronaldo , faziam parte do nosso "elenco". Eramos inbativeis na nossa quadra, que possuía no seu anexo a famosa "Cantina do Cabeleira" .
Tivemos ótimos educadores, não vou listar , para não cometer a injustiça de esquecer algum, mais tivemos um "Mestre" em especial, chamado Ir. Getino, nosso "eterno" diretor, o espanhol lá das Astúrias, o homem erá ótimo em TUDO : educador,organizador,desenhista, pai, amigo. Que saudade de um Colégio que não jogava só conteúdo, ensinava ou ensina para a vida. Naquela época as "drogas" não era a bola da vez e "balada" estava mais ligada a estilo musical do que a diversão. Nos tínhamos as nossas noitadas e não faltava opções: Cavuco, Sargaço, London London, Cantinho do Galo,Chapéu de Couro,Kabala, Midóo e para os mais agitados o famoso Trupyzup lá na Jangadeiros Alagoanos.
A turma de Dezembro de 73, nunca se reuniu, chegamos a tentar organizar algunhas vezes mas não deu certo. Vamos completar quarenta anos de formatura , acho que o ano é esse, com 27,17,7 ou quem sabe dois, o que vai valer será a emoção de dizermos juntos: Amamos o Colégio Marista de Maceió.
A minha passagem pelo Marista de Maceió, foi marcada pela preparação para a vida, ensinamentos recebidos dos meus "mestres" , funcionários e alunos, em especial os da nossa turma de "Dezembro de 73" e pelos eventos esportivos e culturais que participei nos oito anos mais felizes da minha vida.
Vivenciei uma Maceió, onde praticamente todos conheciam todos, sou do do tempo das "Praças", Rayol, Rex, Maravilha,etc... Do Colégio Marista, Sacramento, Estadual, Guido, Moreira e Silva, Batista e Sagrada Família. Frequentei o "Trapiçhão" lotado pra CRB X CSA, mas também fui a jogos na Pajuçara do "Biano" e o Mutangue do "Pedro Doido " e do Coronel Nilo Floriano Peixoto. Não esqueço o São Luís, o Rex, Plaza ,Lux e Ideal, eram "luzes coloridas" que anunciavam o inicio do filme e as "trocas" de gibi. Saudades, saudades, da 4- 400 ou Lobrás, do famoso "Limpa Carro" do São Luís e do Bar do Choop, fechando com um delicioso sorvete do "Gut- Gut". Pulei muro de campo de futebol, tomei "raspadinho" de coco e maçã,chupei rolete, fiz e comi muito cachorro - quente, brinquei de cinema com caixa de papelão, rouba bandeira, futebol de botão, jogava em time de rua, joguei no Botafogo da Celso Piaty e no OK da praça Rayol, quantos jogos no campo de areia da Praia da Avenida e depois a água de coco na barraca do Breno.
É bem provável que eu esqueça muita coisa boa, e por falar em alegrias , volto ao Colégio Marista e ao nosso famoso time de Futebol de Salão, que tinha no gol Orlando ou Petrucio e Rostand,nas "alas" Robinho e Anísio, Louvaim de "central" e Peteto de "pivot", Neguinho,Edgar, Dijá Hélvio e Ronaldo , faziam parte do nosso "elenco". Eramos inbativeis na nossa quadra, que possuía no seu anexo a famosa "Cantina do Cabeleira" .
Tivemos ótimos educadores, não vou listar , para não cometer a injustiça de esquecer algum, mais tivemos um "Mestre" em especial, chamado Ir. Getino, nosso "eterno" diretor, o espanhol lá das Astúrias, o homem erá ótimo em TUDO : educador,organizador,desenhista, pai, amigo. Que saudade de um Colégio que não jogava só conteúdo, ensinava ou ensina para a vida. Naquela época as "drogas" não era a bola da vez e "balada" estava mais ligada a estilo musical do que a diversão. Nos tínhamos as nossas noitadas e não faltava opções: Cavuco, Sargaço, London London, Cantinho do Galo,Chapéu de Couro,Kabala, Midóo e para os mais agitados o famoso Trupyzup lá na Jangadeiros Alagoanos.
A turma de Dezembro de 73, nunca se reuniu, chegamos a tentar organizar algunhas vezes mas não deu certo. Vamos completar quarenta anos de formatura , acho que o ano é esse, com 27,17,7 ou quem sabe dois, o que vai valer será a emoção de dizermos juntos: Amamos o Colégio Marista de Maceió.
O Antigo Marista
Não era um simples colégio,
uma família a estudar,
amizades que são eternas,
extensão do nosso lar.
Na portaria o Adelmo,
bolas a consertar,
na cantina do Cabeleira,
nossa fome saciar.
Tempos de brincadeiras,
amigos, vamos jogar,
saudades do velho Marista,
Ir. Getino a comandar.
Nas mãos do nosso Mestre,
caricaturas mil a brotar,
o padre que veio das Astúrias,
era só, ESPETACULAR !!!!!
Futebol no nosso tempo,
era pura diversão,
o sonho de nossos pais,
era seguir uma profissão.
Nosso campeonato interno,
toda turma queria ganhar,
forjando jovens atletas,
na seleção ir jogar.
A nossa amada seleção,
Hélio Sena a comandar,
quem manda nesse terreiro,
Marista, Marista, a gritar.
Tu não seras esquecido,
porque és minha paixão,
estará sempre presente,
dentro do meu coração.
uma família a estudar,
amizades que são eternas,
extensão do nosso lar.
Na portaria o Adelmo,
bolas a consertar,
na cantina do Cabeleira,
nossa fome saciar.
Tempos de brincadeiras,
amigos, vamos jogar,
saudades do velho Marista,
Ir. Getino a comandar.
Nas mãos do nosso Mestre,
caricaturas mil a brotar,
o padre que veio das Astúrias,
era só, ESPETACULAR !!!!!
Futebol no nosso tempo,
era pura diversão,
o sonho de nossos pais,
era seguir uma profissão.
Nosso campeonato interno,
toda turma queria ganhar,
forjando jovens atletas,
na seleção ir jogar.
A nossa amada seleção,
Hélio Sena a comandar,
quem manda nesse terreiro,
Marista, Marista, a gritar.
Tu não seras esquecido,
porque és minha paixão,
estará sempre presente,
dentro do meu coração.
sexta-feira, 22 de março de 2013
O prazer de cantar o nosso Hino, a alegria de ser Brasileiro
Acredito que o momento é propicio para debatermos um assunto que com certeza será lembrado na "Copa das Confederações", o Hino Nacional Brasileiro. Fiquei sabendo atravez do noticiário que na cidade do Rio de Janeiro,segundo a Resolução Municipal Nº1026, todos os alunos da rede municipal de ensino, terão de cantar o Hino Nacional,toda a segunda -feira. A justificativa é tentar resgatar e despertar nos alunos valores cívicos, que contribuirão na formação de sua cidadania.
Na atual situação em que se encontra a nossa Educação Estadual, onde governo e profissionais não se entendem, seria interessante que Hino e Bandeira Nacional, merecessem uma maior atenção e não caísse no total esquecimento.
Quem já participou dos "saudosos"desfiles estudantis de Sete de Setembro, deve lembrar o quanto gratificante era desfilar pelo seu colégio, com o uniforme super bem passado, os sapatos lustrando e cantando o nosso hino a plenos pulmões.É bem verdade que a letra do nosso Hino não facilita a nossa vontade patriótica. É um Hino altamente barroco,segundo o autor dos versos o poeta Joaquim Osório Duque Estrada (1827-1870). Nos momentos solenes, quando da execução do Hino, ficamos a aguardar com um misto de entusiasmo e alivio quando chega o momento do refrão: Terra dourada/ Entre outras mil/ És tu, Brasil/Ó pátria amada.
No período de minha adolecencia, quando estudava no Colégio Marista de Maceió, era comum nos cantarmos o Hino, nas datas comemorativas e nos eventos esportivos do colégio. Hoje é comum, alguns associarem a execução do Hino a atitudes ligadas a época da ditadura.
O brasileiro mais entusiasmado pelo nosso Hino, há de concordar que ele é muito longo e que poderia se juntar as duas partes,para tornalo menos repetitivo.Ficamos perplexos quando da execução do nosso Hino , os atletas da Seleção Brasileira de Futebol, ficam "mudos" e são poucos os que acompanham a sua letra e quase nenhum sabe o significado de muitas palavras, tais como:fúlgidas,lábaro,e garrida. São poucos alunos do ensino médio ou fundamental,que conseguem cantar sem erros o Hino Nacional do começo ao fim, afinal de contas são duas partes, oito estrofes e 49 versos da obra.
Alguns países já modificaram ou reduziram os seus Hinos , no sentido de poder ser cantado por todos. A Grécia,desbastou as 158 estrofes originais, para apenas duas, num total de 36 palavras. A Alemanha passou por modificações no seu Hino, devido a questões históricas e hoje restou apenas uma única estrofe politicamente correta, a terceira.Situação pior viveu a antiga União Soviética, cujo Hino passou por varias mudanças desde 1815 até chegar a 1991,quando aconteceu a pulverização da União Soviética em quinze-nações estado. O presidente Vladimir Putin lançou um concurso nacional com seis mil participantes e nasceu o "Hino Patriótico" da Federação Russa, que têm três estrofes e um refrão. A Espanha viveu uma situação mais critica,lá, desde a morte do ditador Francisco Franco, o Hino Nacional permanece sem letra.
Acredito que, ao observarmos tantas complicações mundo afora, devemos ter orgulho do nosso Hino e cantalo com entusiasmo, mesmo que não se saiba partes da sua letra.
Na atual situação em que se encontra a nossa Educação Estadual, onde governo e profissionais não se entendem, seria interessante que Hino e Bandeira Nacional, merecessem uma maior atenção e não caísse no total esquecimento.
Quem já participou dos "saudosos"desfiles estudantis de Sete de Setembro, deve lembrar o quanto gratificante era desfilar pelo seu colégio, com o uniforme super bem passado, os sapatos lustrando e cantando o nosso hino a plenos pulmões.É bem verdade que a letra do nosso Hino não facilita a nossa vontade patriótica. É um Hino altamente barroco,segundo o autor dos versos o poeta Joaquim Osório Duque Estrada (1827-1870). Nos momentos solenes, quando da execução do Hino, ficamos a aguardar com um misto de entusiasmo e alivio quando chega o momento do refrão: Terra dourada/ Entre outras mil/ És tu, Brasil/Ó pátria amada.
No período de minha adolecencia, quando estudava no Colégio Marista de Maceió, era comum nos cantarmos o Hino, nas datas comemorativas e nos eventos esportivos do colégio. Hoje é comum, alguns associarem a execução do Hino a atitudes ligadas a época da ditadura.
O brasileiro mais entusiasmado pelo nosso Hino, há de concordar que ele é muito longo e que poderia se juntar as duas partes,para tornalo menos repetitivo.Ficamos perplexos quando da execução do nosso Hino , os atletas da Seleção Brasileira de Futebol, ficam "mudos" e são poucos os que acompanham a sua letra e quase nenhum sabe o significado de muitas palavras, tais como:fúlgidas,lábaro,e garrida. São poucos alunos do ensino médio ou fundamental,que conseguem cantar sem erros o Hino Nacional do começo ao fim, afinal de contas são duas partes, oito estrofes e 49 versos da obra.
Alguns países já modificaram ou reduziram os seus Hinos , no sentido de poder ser cantado por todos. A Grécia,desbastou as 158 estrofes originais, para apenas duas, num total de 36 palavras. A Alemanha passou por modificações no seu Hino, devido a questões históricas e hoje restou apenas uma única estrofe politicamente correta, a terceira.Situação pior viveu a antiga União Soviética, cujo Hino passou por varias mudanças desde 1815 até chegar a 1991,quando aconteceu a pulverização da União Soviética em quinze-nações estado. O presidente Vladimir Putin lançou um concurso nacional com seis mil participantes e nasceu o "Hino Patriótico" da Federação Russa, que têm três estrofes e um refrão. A Espanha viveu uma situação mais critica,lá, desde a morte do ditador Francisco Franco, o Hino Nacional permanece sem letra.
Acredito que, ao observarmos tantas complicações mundo afora, devemos ter orgulho do nosso Hino e cantalo com entusiasmo, mesmo que não se saiba partes da sua letra.
Meninos & Passáros
Os nomes pouco importam,
garotos a petecar,
brincando, matando o tempo,
passáros soltos a voar.
As aves voando alto,
rasantes, rodopios no ar,
a vida selvagem e viçosa,
garotos a petecar.
As "balas" voam certeiras,
os colibris a driblar,
a vida a beira do abismo,
garotos a petecar.
Na falta de instruções,
seja na escola ou no lar,
animais mortos e feridos,
garotos a petecar.
Curtindo a inocência da vida,
ou cantos a silenciar,
são benções enviadas por Deus,
garotos não vão mais petecar.
garotos a petecar,
brincando, matando o tempo,
passáros soltos a voar.
As aves voando alto,
rasantes, rodopios no ar,
a vida selvagem e viçosa,
garotos a petecar.
As "balas" voam certeiras,
os colibris a driblar,
a vida a beira do abismo,
garotos a petecar.
Na falta de instruções,
seja na escola ou no lar,
animais mortos e feridos,
garotos a petecar.
Curtindo a inocência da vida,
ou cantos a silenciar,
são benções enviadas por Deus,
garotos não vão mais petecar.
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