Muito foi dito, comentado, conversado, abordado e relatado sobre a "figura" do desportista José Alves,
algumas "homenagens" prestadas e outras, possivelmente serão realizadas no sentido de perpetuarmos a "lembrança" deZé Pão, Pão.
Vamos tentar fundamentar a "origem" do apelido Zé Pão Pão. Imagino, que ao longo de toda a sua carreira esportiva, Zé, saia de casa em casa, a pedir ajuda aos verdadeiros desportistas, no sentido de comprar material esportivo, buscando patrocínio onde não existia,pois muitas "portas" eram fechadas,talvez tentando desencoraja-lo,mendigava ajuda de políticos, que só estavam preocupados em vencer "eleições " compradas e fraudulentas. Contava com a ajuda "mínima" dos pais dos garotos, que na sua maioria eram ou são pobres financeiramente. Toda essa luta visava tão somente oferecer condições mínimas para que o "seu" SUMAUMA, conquistasse, os inúmeros títulos que conseguiu.
Nessa sua, verdadeira peregrinação, o Zé, contava com uma legião de "discípulos" que obedeciam religiosamente o que o "mestre" pregava. As suas doutrinações esportivas atraia um quantidade enorme de mães e familiares, dos garotos que eram treinados por ele. A sua contribuição social para o município de Marechal Deodoro foi de um dimensão só comparável ao trabalho religioso dos profetas do novo e velho testamento. Cada garoto que estava sob o comando do Zé ,era um jovem que com certeza não iria seguir o caminho do erro e das perdições. Da mesma forma que Jesus na sua infinita bondade fez a multiplicação do vinho e do pão, Zé fez multiplicação de bondade e otimismo em jovens, que poderiam filosoficamente serem rotulados de "pão", daí a origem do seu nome Zé pão, pão, pão.............O paralelismo do legado deixado por Zé em Marechal, lembra passagens bíblicas realizadas por Jesus, claro que tudo, na sua devida relatividade.Das qualidades que possuía a que mais se destacava no Zé, era a sua simplicidade, nunca quis ser estrela, sempre foi humilde e morreu humilde, e ai cabe mais uma vez lembrar a passagem do filho de Deus pela Terra, que nasceu humilde e morreu da mesma forma.
Zé, "perdeu" o seu bem maior nesse plano terreno, que era o "seu" clube de futebol, o Zé, não nasceu para ser sócio,parceiro, meiro ou coisa que o valha , o Zé, nasceu para ser "DONO" do clube que criou. Zé, estava muito "triste", numa ultima vez que conversei com ele aqui em Marechal Deodoro, ele mim dizia que estava "satisfeito" em fazer parte do do "novo" clube, mas o seu semblante e o seu coração dizia outra coisa, que agora, não mais adinta comentar. O Zé foi, a parte física foi, o amigo foi, mas como bem falou a jornalista Fatima Almeida: - O Zé Pão, Pão, deixou um trabalho social que é motivo de orgulho para todos os DEODORENSES. Descansa em paz ,Zé, a sua parte você já fez e muito bem.Se as lideranças de Marechal Deodoro fizessem o mínimo do que você fez, só pensando no próximo,o nosso município com certeza seria abençoado por DEUS.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
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